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▼ Postagens (14)
  • A invasão da música eletrônica

    25

    Dez
    25/12/2010 às 06h56
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    Estamos em uma época em nossa história em que a Eletro Music é mais popular do que qualquer outro tipo ou gênero musical. Existem diversos DJ's especializados só nesse gênero musical. A música eletrônica é dividida em várias categorias, como por exemplo o House, o Trance e o Toca Disco. Cada um com seu estilo próprio arrasta multidões e faz a galera dançar sem parar por mais de 18 horas seguidas de agitação. Essas festas são denominadas Raves e são bastante conhecidas por todo o planeta. Cidades como Ibiza, Sydney e São Paulo, por exemplo, organizam festas raves como essas a anos e reúnem multidões de amantes de Eletro Music.

    No mundo inteiro muitos disc jockeys, comumente chamados de DJ's, colocam o povo para dançar durante seguidas horas numa boate. Cada um tem seu próprio estilo e uma forma inusitada de receber a atenção do púplico. Muitos fazem uso arrandjos de luzes em combinação com as músicas para produzir um espetáculo mais do que surpreendente e mexer, realmente, com a disposição dos presentes. A moda do momento é o Laser Verde que nada mais é do que um formato de luz projetada como raio laser e que pode adquirir diversas formas. As boates mais famosas do planeta possuem equipamentos como esses, pois, com o auxílio da luz gerada por ele, é possível agitar a galera e fazer com que as pessoas não apreciem somente o som, como também é iluminação e todo o ambiente que a danceteria possui capacidade para proporcionar.

    Muitas pessoas que curtem esse gênero de música vestem, durante as festas rave e até mesmo no seu dia-a-dia, um tipo de camiseta eletrônica. Essa blusa possui um painel extremamente fino, que possui luzes que acendem de acordo com a música tocando no momento.

    A maioria destes produtos não são fabricados por aqui, mas apesar disso, não é difícil comrpá-los. Através da internet, você pode visitar sites que compram diretamente os produtos da china, com segurança e rapidez, com risco zero.

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  • Painel IPS

    25

    Dez
    25/12/2010 às 06h19

    Painel IPS

    Com o desenvolvimento de novas tecnologias, fica difícil prestar atenção em todos os recursos que aparece. As tecnologias de televisores, por exemplo, vem aumento e gerando novos recursos para seu desempenho, que os consumidores pouco conhecem, e por este fato, é importante analisarmos bem as características já que comprar um televisor é um investimento alto e duradouro.
    A preocupação do consumidor na compra de uma TV sempre esta voltada para o tamanho e o seu desempenho de imagem, só que para os melhores entendedores de tecnologia, que dizem que a TV ideal tem que ter um bom tempo de resposta ( que é importante para visualização de vídeos e games) , um amplo ângulo de visão(que quando maior, melhor a definição da imagem vista de lado) taxa de atualização rápida e um alto contraste (Trata-se de uma medição da diferença de luminosidade entre o branco mais forte e o preto mais escuro. Quanto maior for esse valor, mais fiel será a exibição das cores da imagem.). Mas muitos dos consumidores comuns, não têm esta informação e não sabem os benefícios que este recurso pode trazer para uma definição de imagem perfeita.
    Com um intuito de que a tecnologia seja divulgada para todos os consumidores, vou descrever características citadas acima. de um painel em que se encontra na TV citada acima.
    Esta tecnologia que cito no artigo, foi desenvolvida com intuito de melhorar o desempenho em reprodução de cores e ângulo de visão em uma LCD, que foi desenvolvida por HATACHI com aliança a empresa Matsushita Electric que detém de uma linha sofisticada de tecnologias de cristal líquido dentro das quais o In-Plane Switching – Painel IPS .
    A tecnologia In-Plane Switching – Painel IPS é adotado de cristais líquidos que estão alinhados na horizontal, ao contrario dos convencionais que tem seu alinhamento reto ou vertical .
    O Painel IPS pelo fato do seu alinhamento de cristal liquido esta na horizontal o IPS proporciona recursos para um melhor desempenho em uma TV LCD , para reproduzir imagem em movimento mais autenticas e vibrantes pela sua estrutura de linha de cobre que chega apresentar imagens em 240Hz ( taxa de atualização) que o painel IPS é capaz desenvolver que resulta em vantagens como: Velocidade no tempo de resposta, ecologicamente correto que gera um baixo consumo de energia por ter backlight inteligente, que aumenta ou diminui a intensidade da luz conforme a fonte de imagem exibida, por exemplo, em filmes com cenas escuras, a luz se ajusta com menor intensidade.e com isso reduz o consumo de energia e um amplo ângulo de visão.
    Este painel IPS também é resiste e ideal para displays interativos com telas touch screen porque consiste em manter a imagem estável mesmo que a tela de cristal liquido ( LCD ) seja tocada.
    Atualmente o Painel IPS é fabricado pela LG / Philips e utilizados em suas próprias TVs.A LG Display Hoje em dia os maiores fabricantes da a tecnologia IPS (In-Plane Switching).
    È importante o consumidor tenha conhecimento exato do desempenho da TV, este é apenas um recurso tecnológico que não é conhecido pelos consumidores, por isso é sempre importante todos pesquisar do desempenho que seja de um produto ou serviço antes da compra.

  • O que a Mac App Store pode mudar!

    21

    Dez
    21/12/2010 às 00h04

    Na ultima apresentação da Apple intitulada “Back to the Mac”, o tema foi trazer tudo o que a Apple fez no iOS (iPhone e iPad), de volta para o Mac, neste caso para o novo OSX, de nome Lion. Embora muitas novas funcionalidades fossem apresentadas, a que chamou mais a atenção e a que causou mais controvérsia foi a criação da Mac App Store. Uma loja de aplicações feita à imagem da App Store que existe para o iOS e que tanto sucesso teve (7 mil milhões de downloads de apps). As regras da nova App Store são idênticas às regras que já existem para a iOS App Store, em resumo: apps devem seguir um conjunto de regras ditadas pela Apple, as apps são submetidas para a Apple e sujeitas a aprovação, o valor das vendas é dividido 70% para o criador, 30% para a Apple.
    Mas o que podemos esperar? Quais são os seus prós e contras? É a algumas destas dúvidas que vamos tentar esclarecer neste artigo.

     

    Criadores Independentes vs Empresariais
    Grandes empresas de software muito dificilmente entrarão na nova App Store. Para, por exemplo, a Adobe aceitar colocar o Photoshop na App Store e aceitar um corte de 30% nos lucros de um software que já é bastante usado e conhecido, é uma grande fatia de lucro que seria perdida. Softwares, como é o caso do Photoshop, que têm a sua base de seguidores e que são reconhecidos como softwares de excelência na sua área, ganharão poucos ou nenhuns novos consumidores através da App Store.
    Pelo contrário um criador de software independente ou até para pequenas empresas de software a App Store pode trazer a exposição que faltava ao seu produto e um corte de 30% comparado com um enorme potencial de novos clientes é bastante aceitável.
    A App Store, tal como acontece com a sua versão para o iOS, potenciou principalmente novos criadores de softwares e a partir dai as grandes empresas começaram a prestar atenção a esse mercado. Software-houses como a Rovio, produtores do grande sucesso Angry Birds, concerteza não tinha tido o mesmo sucesso se não fosse a centralização e exposição que a iOS App Store trouxe. E por isso podemos esperar não tanto as grandes e conhecidas empresas na App Store, mas criadores pequenos e muitos novos criadores.

    O local para descobrir Apps
    Neste momento o processo de descobrir um novo software é bastante complexo: muitas pesquisas na Internet, muitas leituras de blogs, muitas recomendações de conhecidos. É um processo em geral pobre e disperso. No entanto a App Store pode criar um sitio único onde os utilizadores irão pesquisar as aplicações que pretendem, ver as que são recomendadas por outras pessoas e ver as que estão no top de vendas. No entanto espera-se que não apareçam muitas más apps que surgiram na iOS App Store, tais como as famosas fart-apps.
    Pode ser das melhores montras de software que um criador deseja e irá ser dos melhores sítios para descobrir aplicações, não o único, mas dos principais.

    Preço é sempre importante.
    Sendo uma plataforma online o preço das aplicações vai ser chave para o sucesso da loja. Tipicamente o software para desktop que é pago, é caro, e isso é um obstáculo para as aquisições de software, e daí a pirataria ser um problema. No entanto, existem plataformas de vendas como o Steam e o MacBundles, que são exemplos de sucesso de vendas online e mostram que com uma boa estratégia a pirataria pode ser combatida, como? Com preços baixos, com promoções, com pacotes de software, e a Apple tem muito a melhorar nesses aspecto, veja-se o preço na sua loja de software oficial através do seu site, o jogo Quake 4 custa $49.95 enquanto que na Amazon.com custa $17.77. E para além da pirataria e dos preços altos do software, não esquecer outro advento que matou muito software pago, o grátis. Hoje em dia muitos softwares pagos tem uma “versão” igual ou até melhor, e que é completamente grátis, o que faz os consumidores escolherem a versão grátis.
    Mas outro preço não pode ser esquecido, o preço que os criadores pagam para entrar na App Store, este preço pode vir a ser proibitivo para todos os criadores daquelas aplicações grátis que existem na Internet e que fazem parte regular da nossa vida no Mac. Pode-se esperar que poucas dessas aplicações entrem na App Store.
    Mas nem só o preço importa ao consumidor, o suporte que é trazido com a aplicação é esperado, pois não é todos os dias que se faz um investimento de $20 ou mais numa aplicação. O cliente vai esperar esse suporte mas nos moldes actuais da loja, o elo criador-cliente é quebrado, e como disse um criador sobre este assunto: “nós não sabemos se os cliente são nossos ou se nós somos apenas criadores para a Apple”.

    Fácil gestão de software
    Ora, vamos comparar como actualmente se adquire software, com a futura versão da App Store. Actualmente temos: ir ao site, fazer download da aplicação, correr o instalador, percorrer os diversos passos da instalação (para que users estará disponível, que componentes desejamos instalar, etc.), introduzir password para autorizar o instalador, abrir a aplicação, introduzir o número da licença, usar a aplicação. Isto contra: descobrir app na App Store, clicar “Instalar”, fazer o download, usar a aplicação. Podemos não reparar por estarmos tão habituados à primeira maneira, mas como podemos ver a diferença é enorme. E não é só neste processo que a App Store introduz facilidades para o utilizador, a possibilidade de fazer auto-update de todas as apps, de fazer re-download quando quiser, de guardar que apps daquele utilizador tem instalar (comprar um novo Mac nunca será tão fácil, basta instalar os programas da nossa conta no novo Mac e já está).
    Controlo, controlo, controlo
    Steve Jobs é conhecido por ser um control freak, e a Mac App Store não é diferente de todos os produtos que lançou até hoje. E tal como aconteceu na iOS App Store, a nova loja tem certas regras para as submissões de novo software a ser aceite na loja, regras essas que têm estado no centro da controvérsia quando se fala da nova App Store.
    No iOS parece que essas regras foram aceites pacificamente, talvez porque a Apple estava quase que a criar um mercado de raiz não havendo um precedente nessa área. E ambos os utilizadores como os criadores abraçaram as regras pois tinham uma variedade de apps que têm a certeza que funcionam e não poêm o telemóvel em risco algum, ao contrário do que acontece ainda hoje em dia no Android Market Place (a versão da iOS App Store mas para dispositivos Android), onde existem aplicações que não funcionam sequer ou até que conseguem bloquear o telemóvel.
    No entanto para o caso de software para Mac, esse mercado já existe, numa versão mais dispersa sim, mas existe, chama-se Internet. E se é previsivel que muitas das apps que existem actualmente migrem para a nova app store, muitas também terão de ficar do lado de fora por causa das regras bastante restritas da mesma.
    Regras como não poder haver betas, trials ou demos deixam de fora muitas potenciais aplicações. E se no caso de betas se entende (embora uma das pessoas responsáveis pelo browser Mozilla Firefox tenha dito que ficou preocupado, pois o seu browser passa muito tempo em beta), o caso das trials e demos é um pouco incompreensivel. Software para desktops é tipicamente caro, o que faz das trials e demos a melhor maneira de saber se aquela aplicação faz realmente aquilo que se pretende, sendo a única maneira de experimentar um programa antes de investir definitivamente na sua compra. Se no iOS apps de $2 este facto não importa muito, em aplicações de 20$ ou mais é bastante importante.
    A limitação na inovação é outro dos problemas das regras definidas. Ao proibir, por exemplo, mudanças na interface do Mac, ou proibir programas que dupliquem funções já existentes no Mac. Ora muitas das boas aplicações que existem neste momento quebram estas regras: é de esperar que os utilizadores prefiram o iChat à bastante melhor alternativa Adium? Será que Quicksilver pode ser bloqueado por melhorar funcionalidades já existentes no Spotlight? Penso que os utilizadores vão continuar a aderir a esses programas e se não for através da App Store, eles irão encontrá-los onde sempre encontraram, na Internet.

    Mas como referimos, todas as aplicações que forem aprovadas segundo as regras actuais têm o “carimbo Apple” e isso é sinónimo de confiança no software.

    A Mac App Store foi sem dúvida feita para replicar o sucesso que a sua irmã, a iOS App Store, teve, no entanto são dois mercados completamente distintos que devem ser pensados como tal, e as regras que a Apple impôs para a nova loja têm de mudar drasticamente, ou todos nós perdemos. Perdem os criadores por não exercerem por completo a sua capacidade inovadora e criativa, e perdem os clientes porque vão ficar com um conjunto de aplicações disponíveis na App Store que pouco trazem de inovador e diferente para o seu Mac. Só porque as mesmas regras funcionaram na iOS App Store, não se traduz em sucesso imediato para a Mac App Store, e estas devem ser ponderadas de acordo com a realidade já existente. Senão o que irá acontecer é uma loja cheia de micro-aplicações de $5, que pouco ou nada trazem de inovador.
    Mas uma coisa é certa, a Mac App Store tem o potencial para um grande sucesso. Vai ser um mercado com milhões de utilizadores que vai proporcionar muitas opurtunidades de negócio, e talvez num futuro próximo um “Game Center” como acontece para o iOS possa existir para Mac? Quem sabe, esperar para ver, mas de certeza que vai ser um marco bastante importante.

     

  • Windows Phone 7: EUA surpreendem negativamente a Microsoft nas vendas

    20

    Dez
    20/12/2010 às 23h59

    As notícias não são as melhores para a Microsoft, em especial para o seu novo Windows Phone 7. Pela net encontrei nos últimos dias várias notícias internacionais que davam conta de um sucesso de vendas abaixo do esperado, estando para já esse número cifrado em apenas 40 mil smartphones que incluíam o sistema operativo Windows Phone 7, isto claro, nos EUA.

    Apesar de ainda não existirem dados oficiais que suportem as várias noticias espalhadas pela Internet, acredita-se que tudo aponta para uma grave «ferida» no orgulho da Microsoft, principalmente se tivermos em conta que só em marketing foram orçamentos mais de 100 milhões de dólares. Para agravar ainda mais este «quadro», gigantes como o Google e a Apple revelam vendas de mais de 200 mil unidades dos seus modelos, por dia, cada um deles!

    Estará o Windows Phone 7 condenado desde o seu lançamento nos EUA? os directores Microsoft dizem que não, ou pelo menos, para já, sustentam essa teoria, baseando-se na precocidade da ilação dos dados apresentados.

     

  • Previsões para Microsoft em 2011? Tempos conturbados…

    20

    Dez
    20/12/2010 às 23h56

    Goldman Sachs prevê que o ano de 2011 seja um ano complicado para a empresa liderada por Steve Ballmer. As ameaças vindas do mercado dos Tablets e do Sistemas Operativos móveis condicionam previsões mais optimistas por parte da agência de investimentos Goldman Sachs.

    O iPad nos Tablets e o Android nos Sistemas Operativos móveis estão a dificultar a imposição da Microsoftnestes segmentes e por conseguinte, a sua valorização ao nível de mercado e de crescimento de vendas. AGoldman Sachs prevê que a empresa de Redmond cresça apenas 7% em 2011 decrescendo a taxa crescimento inicial de 12%.

    A tardia entrada no mercado dos Tablets apenas piora as perspectivas. Aquando da apresentação do Windows 7, foram mostrados protótipos de Slates, sendo o Slate de HP o mais publicitado… produto esse que nunca veio a impor-se ou ter o sucesso do prestigiado iPad.

    Já no campo do Sistemas Operativos móveis, a incerteza quanto à série Windows Phone 7 ter uma quota que atinja os dois dígitos, torna-se um campo delicado que Steve Ballmer necessita de deliberar.

    É verdade que na Europa, com especial atenção ao caso português, a visão da Microsoft permanece virtuosa e intacta, esta tem vindo a sofrer rudes golpes de descredibilização por parte dos consumidores que se viram para empresas como a Apple e a Google. O Windows 7 veio apaziguar as águas atormentadas deixadas pelo Windows Vista, mas o campo do Windows Mobile ainda permanece amaldiçoado, visto que a Microsoft ainda não conseguiu lançar um “XP/7″ móvel que convencesse totalmente os consumidores norte-americanos. A páginas tantas o que a Microsoft necessita é do mesmo que a Apple, o retorno do filho pródigo à casa, neste caso, o Mr. Gates.

     

  • SuperMUC – Alemanha contra-ataca nos Super Computadores

    20

    Dez
    20/12/2010 às 23h54

    Depois da China ter retirado o prémio ao ocidente no que respeita a poder de processamento com o seu Tianhe-1A, eis que a Alemanha decide contra-atacar com o seu SuperMUC.

    O SuperMUC vem ultrapassar o super computador chinês em 0,5 petaflops. O Tianhe-1A atinge os 2,5 petaflops enquanto que o “armamento” alemão está desenhado para atingir os 3 petaflops. Salvo futuros upgrades ou novos supercomputadores até à data da conclusão do SuperMUC, este super computador em território alemão irá encabeçar a lista dos 500 supercomputadores mais poderosos do mundo.

    A cargo da IBM e alojado no Centro de Supercomputação de Leibniz em Garching, este incluirá 14 mil processadores Xeon da Intel hospedado nos servidores IBM System x iDataPlex. Nada mais foi adiantado quanto à especificação dos processadores Xeon, pois à vista desarmada o Tianhe-1A teria poder de processamento superior: 7.168 GPUs NVIDIA Tesla M2050 e 14.336 CPUs Intel Xeon.

     

  • Yahoo! pode começar o ano a despedir até 4% de trabalhadores

    20

    Dez
    20/12/2010 às 23h52

    A palavra «crise» anda nas bocas do mundo e será hoje em dia, certamente, a palavra mais utilizada. E como toca tudo e todos, o ciberespaço não é excepção e desta vez a noticia refere-se ao Yahoo! Correm alguns rumores, com certa tendência verdadeira, que o gigante da Internet pode estar prestes a apresentar um plano de ajustes de forma a reduzir o total de trabalhadores, mais concretamente, despedir cerca de 560 empregados, o que acaba por representar 4% do total de recursos humanos da empresa que rondam os 14.100. Ora estas medidas, como não podia deixar de ser, visam aumentar (ainda mais) os lucros da empresa…

  • Mantenha-se a par das melhores notícias, não perca pitada dos seus feeds

    20

    Dez
    20/12/2010 às 23h50

    O RSSOwl é uma espécie de coruja, dos olhos bem abertos, no que toca à apresentação de formatos RDF e feeds RSS, escrito em java e gratuito. que utiliza uma biblioteca gráfica SWT, de interface básico e ao alcance de todos, que promete procurar e não ocultar uma notícia que seja dos nossos sites e blogs favoritos!!!
  • Sinta tiros e punhaladas dos jogos com novo colete tecnológico

    20

    Dez
    20/12/2010 às 23h46

    A tecnologia 3D está na moda é certo, mas de que vale ter os objectos em 3D se não os podemos sentir? Pois um conjunto de estudantes da Universidade da Pensilvânia acaba de desenvolver um colete tecnológico que nos permitirá saber o que se sente ao ser apunhalado, esfaqueado ou até baleado, através de um videojogo.
  • VIMEO adopta standart HTML5 para dispositvos portáteis

    20

    Dez
    20/12/2010 às 23h40

    A relação entre o Flash e a Apple continua em «águas de bacalhau» como diz o Zé Povinho e quem acaba por ganhar com isso é o HTML5, que neste momento começa a tomar proporções interessantes, dignas de mais um filme do Spielberg. Resumindo, o monstro dos vídeos VIMEO acaba de adoptar o HTML5 como standart para dispositivos móveis como são o caso do iPhone e o iPad. No caso do Android, este suporta de forma nativa o formato em questão como também o Flash.

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